
«Os trabalhadores que tinham uma vida com dignidade na média, ou mesmo acima da média, estão hoje numa situação dramática. Temos de pensar: sim ou não é preciso acompanhar e fiscalizar? Sim ou não é preciso impedir os despedimentos colectivos?», disse o líder comunista aos jornalistas.
Apesar do conhecido afastamento do PCP em relação à Igreja Católica, Jerónimo de Sousa e D. Jorge Ortiga acreditam que esta aproximação pode ajudar os portugueses mais carenciados.
«A Igreja não está de lado nenhum, não está contra ninguém, mas está a favor do homem e da mulher na sua dignidade e luta para que todo e qualquer cidadão possa ter uma vida digna», afirmou o também Arcebispo de Braga.
In, http://diario.iol.pt/politica/
Sem comentários:
Enviar um comentário