13 de MAIO na Cova de Iria



Cardeal arcebispo das Honduras apela a uma «nova imaginação da caridade»


«Maria é modelo de discípula missionária que abre a sua vida ao acontecimento salvífico trinitário»


O presidente da celebração de 13 de Maio, em Fátima, apresentou Maria como «estrela da Nova Evangelização» e exemplo de mulher missionária. Aos milhares de fiéis, Oscar Maradiaga assinalou que «as diversas evocações e santuários testemunham a presença próxima de Maria e a fé que, nós devotos, sentimos por ela».Na primeira Aparição de Fátima, a Virgem veio trazer a «esperança» quando «tudo parecia perdido», realçou o também presidente da Cáritas internacional. No mundo de hoje, de «crises, de ética de fé» e onde já não se sabe «onde está a fronteira entre o bem e o mal», Maria é presença próxima e exemplo.O cardeal arcebispo das Honduras exortou a uma «nova imaginação da caridade» e apelou a «estilos de vida missionária», isto é, comunidades onde a partilha com os pobres esteja, mais do que nunca, presente.O responsável criticou esta sociedade que vive uma crise económico-financeira onde «a mão invisível que devia guiar o mercado, tornou-se mão de cobiça». A actual sociedade «pode ter uma próspera bolsa de valores, mas zero valores», disse.


L.O. FÁTIMA MISSIONÁRIA

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