Obrigado amigo...


Obrigado não, foi de boa vontade, diria certamente o meu amigo Josué! Não gosta nem quer que lhe digam obrigado seja por que razão for, porque aquilo que faz, fá-lo com toda a vontade do mundo e gosta do que faz, sem obrigações, sem recorrer a subterfúgios nem artimanhas para alcançar pelouros ou louros.

E porque a sua maneira de ser, para quem o conhece bem (e digo bem, pois há muita gente que julga conhecer desconhecendo) é sobretudo o de não levantar muitas celeumas nem de se gabar do que faz ou do que fez ou do que deixou de fazer e se inchar na praça pública, porque é ou porque deixa de ser.

Nada disso!

O que o Josué fez ao longo da sua vida em prol dos outros está à vista de todos, para todos verem e analisarem, se assim o entenderem. Tudo o que fez fê-lo conscientemente e com profissionalismo e, por isso, está tranquilo e seguro do dever cumprido.

E só não vê quem não quer.!

A história da vida se encarregará (ou não!) de demonstrar o trabalho desenvolvido; quem achar, que tudo não passa de um logro ou que se prejudicou alguém ou procedeu incorrectamente com alguma coisa, que apresente provas concretas.

Ou então avalie coerentemente os resultados isento de influências e más opiniões e que os guarde para si.

Um dia irá de certeza sorrir-lhes ao vê-los passar!!

O que mais me magoa nesta vida é a falsidade de certas pessoas que, sob a capa do poder consentido e dado de mão beijada, se intitulam reis e senhores do Universo, sendo no fundo, meras figuras de um ignóbil baralho de cartas, que se joga quando é novo e se atira para o fundo de um canto pelo muito uso de tanto manuseamento e esquemas fáceis.

São os batoteiros da vida que passam o tempo a enganar o próximo com o logro e a ganância do poder de poder trocar os outros por figuras de tabuleiro, em que as peças se baralham e trocam, conforme as necessidades, para que no fim só possa haver um vencedor – o batoteiro.

O importante significado desta dissertação é única e exclusivamente um desabafo, qual testemunho de desonestidade e falsidade dos que um dia julgaram ter o poder dos sentidos e dos sentimentos.

Por agora fico-me por aqui, ponto final.

Contudo, prometo voltar… em breve.

Malafaia

2009.10

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