Para dar a conhecer um pouco... ou quase nada... (do que sou, do que faço, do que sinto...)
Em 4 anos de coligação PSD/CDS Portugal REGREDIU!
Em 4 anos de coligação PSD/CDS Portugal REGREDIU!
A dívida externa aumentou 36%, os números do desemprego são MARTELADOS com recurso a acções de formação e a estágios.
O rendimento das famílias, as que felizmente ainda têm rendimento, foi brutalmente reduzido, os pensionistas foram e continuam a ser vergonhosamente ROUBADOS.
O estado de sectores essenciais da sociedade como a saúde e a justiça é CAÓTICO.
Um estudo da Dinheiro Vivo conclui que o governo de Passos Coelho RETIROU 3,6 mil milhões de euros aos salários tendo OFERECIDO um aumento de 2,6 mil milhões ao capital.
Temos cada vez mais crianças com FOME, temos cada vez mais idosos SEM CAPACIDADE para comprarem os seus medicamentos, o recurso à justiça é IMPENSÁVELl, não há dinheiro para TAXAS, o recurso à saúde pública é para ricos, não há dinheiro para taxas.
O Tribunal de Contas acusa e alerta de irregularidades que foram cometidas e que prejudicam os Portugueses entre as quais as da ADSE e do Fundo de Resolução Orçamental.
O Estado escondeu 11 mil milhões de euros em despesas e injectou em empresas públicas 1.700 milhões de euros que não contabilizou. Mais de mil milhões de euros dos nossos impostos não foram contabilizados como receita. Contrariamente ao que apregoam, a despesa pública aumentou 8%, sendo por isso considerado já um Estado GASTADOR.
O Património Público é vendido ao desbarato e às escondidas.
É altura dos Portugueses dizerem BASTA!
Votar em maioria no PS e eleger ANTÓNIO COSTA como Primeiro-Ministro de Portugal.
'Assédio' em concursos televisivos dá direito a queixa
Os programas de entretenimento da RTP, SIC e TVI costumam apelar aos telespectadores que participem nos concursos divulgados pelas estações. Através desta participação, que implica uma chamada telefónica (com o custo de 0,60€ + IVA), as pessoas acreditam que se estão a candidatar a um prémio monetário elevado.
Por esta insistência por parte das estações televisivas, “a Associação Portuguesa de Direito de Consumo (apDC) apresentou à Provedoria da Justiça e à Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) uma queixa contra o assédio realizado pelos canais de televisão”, lê-se num comunicado enviado à redacção.
A Associação acredita que estes constantes apelos feitos pelos apresentadores destas estações são, em geral “pouco claros, abusivos e violam a lei”.
“É inadmissível a forma insistente e pouco digna como os apresentadores de televisão apelam às pessoas para ligarem para aqueles números 760, de valor acrescentado, a troco de um prémio chorudo que nem sequer é o que parece”, afirma Mário Frota, presidente da apDC. “Não só não são claros a explicar que o prémio não será entregue em dinheiro, mas sim em cartão de crédito, como repetem à exaustão a pedinchice”, reclama.
O negócio das chamadas de valor acrescentado já mostrou ser bastante rentável para, entre outros intervenientes, os próprios canais de televisão: Em 2013, os lucros da SIC e da TVI cresceram significativamente, assentes também nas receitas publicitárias e no retorno de mais de 70 milhões de euros resultante destas chamadas, segundo dados divulgados na Imprensa.
Apesar de recentemente os três canais generalistas – RTP, SIC e TVI – terem entregue à ERC uma proposta conjunta de autorregulação para estes concursos, a apDC considera que a Provedoria da Justiça tem obrigação de actuar.
PRIMEIRO-MINISTRO À BEIRA DO ABISMO
Não é surpresa para ninguém que Pedro Passos Coelho tem um sério problema com a verdade, é coisa que não lhe assiste.
Yanis Varoufakis disse que preferia cortar um braço a ter de assinar o acordo que considerava mau para o povo grego.
Passos Coelho se uma vez na vida falasse verdade certamente esse momento seria aquele em que confessaria que preferia cortar um braço a ter de falar verdade.
Sempre assim foi, o felizmente quase ex-primeiro ministro é a personificação da personagem principal da história Pedro e o Lobo, no que dia em que conseguir vencer a patologia que o leva a mentir cada vez que abre a boca, no dia em que diga uma verdade ninguém vai acreditar nele.
Foi com mentiras que Pedro Passos Coelho chegou ao poder, foi com mentiras que Pedro Passos Coelho se manteve no poder e será com mentiras que Pedro Passos Coelho vai, embora já vá tarde, sair do poder.
Não se contenta com as mentiras que diz, complementa-as dizendo que as mentiras que ele disse não foram ditas por ele, faz lembrar a anedota do Bocage. Tenta passar um atestado de estupidez aos portugueses relegando para mitos urbanos as patranhas com que vive.
A lista das mentiras seria interminável, dizer que dava para um livro seria muito redutor, daria mesmo para uma enciclopédia. Fiquemos apenas com uma, uma das que serviram para enganar o povo eleitor, uma das que serviram para que Passos Coelho tomasse de assalto o poder.
“Nós calculámos e estimámos e eu posso garantir-vos: Não será necessário em Portugal cortar mais salários nem despedir gente para poder cumprir um programa de saneamento financeiro”.
Para que fique claro não existe nenhuma contradição na afirmação de que Passos Coelho tomou de assalto o poder. Uma coisa é ter sido eleito com base num programa e com base em promessas que não tinha intenções de cumprir outra, bem diferente, é ter continuado agarrado ao poder com a cumplicidade do presidente da república no mais desrespeito pelo mandato que lhe tinha sido conferido pelo povo.
Ontem, no congresso nacional dos economistas, Pedro Passos Coelho resolve dizer meia verdade. Resolveu dizer que ao longo destes quatro anos muitas vezes se sentiu à beira do abismo. Foi apenas meia verdade, se num momento único de honestidade Passos Coelho tivesse dito a verdade teria dito:
Ao longo destes quatro anos muitas vezes me senti à beira do abismo. Nesses momentos aproveitava para empurrar uns quantos desempregados, uns quantos pensionistas para o abismo”.
Pedro Passos Coelho que chegou ao poder recorrendo à manipulação e a campanhas de comunicação (um dia saberemos quem as pagou) continua a utilizar as mesmas armas numa desesperada tentativa de se agarrar ao poder.
Estará com algum receio de cair da cadeira, temerá ele que após a queda do regime se faça justiça ganhando ela a camisola com o número 45 nas costas?
Não é verdade que Portugal esteja melhor!
A dívida externa aumentou 30%, os números do desemprego são martelados com recurso a acções de formação e a estágios.
O rendimento das famílias, as que felizmente ainda têm rendimento, foi brutalmente reduzido, os pensionistas foram e continuam a ser vergonhosamente roubados.
O estado de sectores essenciais da sociedade como a saúde e a justiça é caótico.
Um estudo da Dinheiro Vivo conclui que o governo de Passos Coelho roubou 3,6 mil milhões de euros aos salários tendo oferecido um aumento de 2,6 mil milhões ao capital.
Temos cada vez mais crianças com fome, temos cada vez mais idosos sem capacidade para comprarem os seus medicamentos, o recurso à justiça é impensável, não há dinheiro para taxas, o recurso à saúde pública é para ricos, não há dinheiro para taxas.
Mas… toquem as trompetas… Há dinheiro nos multibancos! Será que não passa por estas “brilhantes” mentes que é irrelevante haver dinheiro nas maquinetas se o povo não tem hipótese de o levantar? Não têm porque ao longo de quatro anos foram espoliados!
Diz Pedro Passos Coelho que Portugal não é a Grécia pois não, as diferenças são muitas. Em Portugal temos um governo servil e que se serve, um governo subserviente às ordens imperialistas, um governo que tem por principal missão empobrecer o povo e “vender” todo o património público.
Não é só o governo que é diferente em Portugal, também o povo o é. Os portugueses vindos de 4 décadas de ditadura depararam-se com uma festa com cravos que pensaram ser uma revolução. Ficaram convencidos que as revoluções eram uma espécie de passeio pelo jardim.
Acordem lá, abram os olhos ou quando derem por isso estão a passear no jardim mas é no “jardim da tabuletas”.
Jacinto Furtado
(In,http://www.leituras.eu/out.phpurl=http%3A%2F%2Fwww.noticiasonline.eu%2Fpassos-coelho-a-beira-do-abismo-por-jacinto-furtado%2F)
A PRAGA DOS TELEMÓVEIS
Se é indiscutível que o telemóvel trouxe inúmeras vantagens às
pessoas, também é certo que tem as suas desvantagens. Mas já lá vamos.
É uma grande vantagem o facto de, na ocorrência de qualquer
incidente, podermos de imediato socorrer-nos dele para chamar ou avisar alguém
e assim obter auxílio. Também não é menor conveniência o facto de estarmos
sempre contactáveis. Era uma chatice quando saíamos de casa ou do trabalho e o
telefone (fixo) ficava entre quatro paredes. Restava-nos o atendedor de
chamadas que, em caso de urgência, não resolveria coisíssima nenhuma. Apenas
ficávamos ao corrente de quem nos ligara na nossa ausência.
A questão que se coloca é que, andando nós sempre com o
telemóvel no bolso, a cada instante ele poderá tocar e nós termos de atender.
Se para mim já é embaraçoso ter de comunicar na presença de estranhos, não
menos embaraçoso me é que os outros o façam a meu lado. Nada é mais irritante,
no meu ponto de vista, do que ter de acompanhar a conversa de alguém ao
telemóvel, num estabelecimento público, numa fila de espera, no comboio, por
incrível que pareça até mesmo na igreja...
Estamos estupidamente a comprometer a nossa privacidade ao
atender chamadas e ter conversas supostamente privadas em público. Eu não tenho
curiosidade nenhuma em relação a conversas alheias, mas sou obrigado a
escutá-las! E o teor de algumas delas oscila entre o ridículo, o trivial, o
romântico e o ordinário... numa total falta de respeito.
Quase como ir no comboio e o par da frente ou de trás ir
constantemente a falar, fazendo-nos testemunhas desse diálogo. Claro que isto
tem uma vantagem do ponto de vista sociológico: é que afinal apercebemo-nos de
que a vida de cada um de nós não se distancia muito e os motes para as
conversas são idênticos: as mães-galinha preocupadas com os filhos, as
conversas entre apaixonados (e todas as conversas de amor, como todas as cartas
de amor, são ridículas. Nós, que as dizemos, não nos apercebemos, mas
apercebem-se as pessoas de fora), as conversas a transpirar virilidade entre
amigos...
Com certeza já se aperceberam do quão esquisito é tudo isto.
Sermos ouvidos nas nossas conversas e ouvirmos as dos outros... E embora haja
gente que gentilmente se afasta de modo a falar mais recatamente ou de modo a
não ouvir as conversas dos outros, também há aqueles que fazem questão de falar
mais alto do que o necessário ao telemóvel ou que, na presença de uma conversa
de outrem, apuram a sua acuidade auditiva até ao limite, para não lhes escapar
pitada... e tantas vezes para dar nas vistas.
Como lhes disse, não diferimos muito uns dos outros nas
conversas que temos, mas isso não quer dizer que abdiquemos da nossa
privacidade e nos expunhamos de forma tão evidente.
Rogério Medeiros
(In, http://poetaromantico.blogspot.pt/2011/08/praga-dos-telemoveis.html)
OS TELEMÓVEIS TORNARAM-SE VIRAIS... E VIRARAM PRAGA
Há uma razão pela qual os festivais de música passaram a ser conhecidos como 'festivais de Verão': em muitos casos, a música deixou de ser o mais importante. Nos últimos 10 anos, os festivais passaram a ser vistos como meros eventos sociais onde a música é apenas mais uma das atrações, ao nível da roda gigante, das selfies em grupo, das primeiras experiências psicotrópicas, dos stands de gin, ou dos infindáveis quiosques de merchandising, onde pessoas — que pagaram 60 euros por um bilhete — esperam horas por um sofá insuflável, para se sentarem confortavelmente a uma distância tão grande do palco, que só conseguem distinguir a música dos Metallica e da Ivete Sangalo pela cor que o vocalista veste. Para isso não seria melhor verem em casa a transmissão televisiva? Ao menos ouviam melhor a música, certo? Ah, pois, a música não é importante. Mas já estou a divagar.
A swaguização dos festivais é um flagelo que atacou quem lá vai por causa da música e para o qual é preciso criar uma consciencialização e sensibilização. Não raras vezes, observo que a música é já um estorvo para alguns jovens que comparecem ao engano nestes festivais. O alto volume cuspido pelas colunas do palco é uma maçada que não permite falar ao telemóvel em condições. O melhor é mesmo dizer aos Metallica para tocarem mais baixinho, para o Bernardo ouvir como estão as babes no sunset da praia das Maçãs.
Um dos maiores e mais históricos festivais portugueses até foi pioneiro e interiorizou plenamente o conceito do 'festival de convívio', alterando o seu lema para "Vens ver ou vens viver?". À partida, já está implícito que a malta não vai lá pela música. E se dúvidas houvesse, basta olhar para o cartaz para se dissiparem. Quais alquimistas, no Sudoeste perceberam a fórmula mágica para a obtenção da Pedra Filosofal dos euros: quanto pior o cartaz, maior o lucro, porque a malta vai de qualquer das formas.
E não me venham com estórias do target da música eletrónica; nomes como David Guetta, Hardwell, ou Steve Aoki, nem aos fãs de Eletrónica interessam. Eu já desisti do Sudoeste, mas o Montez que esteja descansado, que no dia em que os posers abandonarem o festival em busca da nova cena da moda, os festivaleiros voltarão a ocupar a Zambujeira do Mar. Basta fazerem um cartaz em condições.
Não quero com isto dizer que tudo é mau nesta era dourada dos festivais. A glamourização dos festivais portugueses terá começado em 2004, com a chegada ao nosso país do Rock In Rio. E não, não me vão ouvir amaldiçoar a vinda da Roberta Medina para Portugal. Primeiro, porque é uma miúda 'muito bacana' e um bom jurado televisivo (Roberta de volta aos Ídolos, por favor); depois, porque nos trouxe o Bruce Springsteen; e finalmente, porque trouxe casas de banho dignas aos festivais.
O pior é que trouxe também o público que não interessava aos festivais de música (notem o uso do termo correto): idiotas que resumem o festival a uma coleção de selfies; que vão aos festivais como se fossem à Moda Lisboa; que gritam ao telemóvel durante os concertos (especialmente irritante durante as passagens calmas da música); e principalmente — e isto é o mais importante — que passam os concertos com o telemóvel hasteado, a gravar vídeos que nunca mais irão rever e a bloquear a visão de quem está atrás. E nem me falem nos imbecis dos tablets. Por amor de Freddie Mercury, baixem a porra dos telemóveis nos concertos.
Cada um é livre de fazer o que quiser e eu não tenho nada contra quem vai aos festivais sem saber sequer as bandas que vão tocar. Pode ser que assim aprendam alguma coisa. Mas por favor, no mínimo, não se comportem como imbecis. Se eu quisesse lidar com muitos idiotas que se estão a cagar na música, ia ao Sudoeste.
Nuno Bento
(In, http://www.newintown.pt/article/o-flagelo-da-swaguizacao-dos-festivais)
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